Laticínios Holandês

Conheça as principais raças de vacas leiteiras

Para muitos de nós que não crescemos em uma fazenda, podemos pensar que todas as vacas são iguais. Na bovinocultura de leite, o homem do campo precisa extrair o máximo de seu rebanho com maior produtividade e números cada vez mais reduzidos de animais. Para isso, a escolha das melhores raças e os cuidados com a saúde e o bem-estar dos animais são fundamentais.

Neste artigo, vamos apresentar a você as cinco melhores raças de vacas leiteiras que você pode encontrar nas fazendas brasileiras.

1. Holandesa 

Uma raça europeia popularmente encontrada ao redor do mundo, a vaca Holandesa está entre as mais utilizadas no Brasil. Ela é considerada o melhor gado do mundo para a produção de leite em sistema de confinamento, chegando a alcançar entre 6 e 10 mil kg de  leite em 305 dias de lactação.

A vaca Holandesa possui pelagem branca e preta ou branca e vermelha e é bastante exigente no que se refere ao clima, conforto e manejo. Devido ao seu potencial produtivo, as matrizes são usadas com frequência em cruzamentos. As novilhas podem ter a primeira cria aos dois anos de idade.  

2. Girolando 

Responsável por 80% do leite produzido no Brasil, a raça Girolando tem como diferenciais a alta produtividade, precocidade, longevidade e fertilidade, além da alta capacidade de adaptação a diferentes tipos de clima e manejo. Ela nasceu do cruzamento da raça zebuína Gir com a Holandesa. Por ser mestiça, é comercializada com preços vantajosos se comparada às raças puras. Em média, a sua produção de leite se aproxima de 5.061 kg em 283 dias. 

3. Jersey 

O gado Jersey foi introduzido no Brasil no estado do Rio Grande do Sul, em 1896. O primeiro lote veio da granja Windsor, pertencente a rainha Vitória, da Inglaterra. Bastante rústica, essa raça da Europa se adapta com facilidade ao clima brasileiro e oferece boa produção de leite, alta fertilidade e grande longevidade. A raça apresenta animais de porte pequeno, com peso médio de 350 kg para as vacas e 500 kg para os touros. Ela apresenta pelagem parda com variação do escuro ao amarelo claro. A precocidade sexual desses animais faz com que a primeira parição seja entre 15 aos 18 meses de idade. A produção média de leite é de 3.500 a 5.500 mil em 305 dias de lactação. O seu leite tem teores de proteína e gordura elevados. 

4. Pardo Suíço 

Uma das raças europeias mais antigas do mundo, a Pardo Suíço também é usada na produção de carne, mas predomina na bovinocultura de leite. Ela é reconhecida em todo o mundo por sua capacidade de adaptação, principalmente nas regiões de clima quente. Os seus animais são rústicos, de pelagem parda clara a cinzenta escura. Os efeitos combinados da seleção genética e da melhoria no manejo geral e nutricional resultam em médias de produção cada vez mais crescentes. O primeiro parto das novilhas acontece aos 30 meses de idade e a produção média chega a 2.500 kg em 200 dias de lactação. 

5. Guzerá 

A Guzerá foi a primeira raça zebuína a chegar ao Brasil, entre aquelas que persistem. A raça foi trazida da Índia, na década de 1870, pelo Barão de Duas Barras, logo dominando a pecuária nos cafezais fluminenses. Muito rústica, ela é altamente adaptável e pode ser empregada tanto na produção de carne quanto na de leite. Além disso, oferece bom custo-benefício por ganhar peso com facilidade e não causar grandes despesas com veterinário. Trata-se de uma raça fértil, que pode ter um bezerro a cada 13 meses. A produção média é de 2.071 kg de leite em 270 dias.

Como não poderia deixar de ser, as vacas do Laticínios Holandês são da raça holandesa.
Para assegurar o seu bem-estar, esses animais não recebem hormônios e quaisquer outros tratamentos que possam prejudicar a qualidade do leite. Além disso, todos os dias são feitos exames que garantem a qualidade do produto em cada lote de leite que chega das fazendas. 

Quer saber mais sobre as vacas leiteiras e a pecuária de leite? Veja este artigo sobre a importância social e econômica dessa atividade.

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